A pior coisa de escrever

É quando te perguntam:
“Você não trabalha não, né?”.

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Vermelho

Tornar-se um produto,
Ter que se vender.
E em menos de um minuto,
Deixar de ser um ser.

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Nada

Um contato excluído,
uma vida apagada.
O contato é sem sentido,
Se termina tudo em nada.

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Dádiva

Dúvida
Dívida
Ou dádiva?

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3 erros fatais que você deve evitar na faculdade

Você está na faculdade agora? Quais erros você não deve cometer? Como aproveitar ao máximo os anos que você passa na faculdade?

Muita gente por aí está na faculdade. É o seu caso? Faz um ano e meio que me formei, então pensei em alguns conselhos para você que está cursando a universidade.

Também serve como reflexão para quem se formou há pouco tempo, como eu, mas o que realmente vai te interessar são os 3 erros fatais que você não deve cometer ao ingressar em uma faculdade.

Nos meus 4 anos de universidade, eu passava pelas portas das salas dos veteranos, e na parede ao lado dava pra ver uma série de folhinhas estilão A4 onde se lia “falta um boleto”.

Claro, o final do curso e os conhecimentos adquiridos são detalhes sem nenhuma importância, certo? Certíssimo! Mas não deveria ser.

Continue a ler e e descubra:

  • Uma visão realista do que é ser universitário e estagiário
  • O que acontece se você não for efetivado no estágio nem correr atrás de uma vaga em sua área
  • 3 erros fatais que nenhum universitário deve cometer

Escravidão (mal) remunerada

Universitário que ainda não tem vida financeira estabilizada e não faz parte de família rica vive ferrado, sem grana, sendo explorado em todos os sentidos em estágios cujo lado chatinho é ser uma escravidão (mal) remunerada.

Usando a merreca que o maluco suou sangue pra ganhar, esse mesmo maluco em geral deixa quase todo esse valor na mensalidade da facul. Fora aquelas “pescadas” em plena aula na maior inocência (e pela mais genuína forma de cansaço).

Vendendo hot dog pra sobreviver

Ao final do curso, teu estágio vira poeira cósmica. Na prática, se você não foi efetivado no estágio nem recebeu oferta de emprego, fica desempregado, e pode acabar sendo obrigado a vender tua força de trabalho por valores ridículos, meramente pra não passar fome ou apertos federais. Enfim, aceitar trampos que não estão à altura da sua capacidade. Apenas pra sobreviver.

E o conhecimento?

Vendo por esse lado, lógico que ir na lotérica pra pagar o bendito do último boleto quando acabou a faculdade acaba sendo mais divertido do que a própria colação de grau com a galera do fundão. Questão monetária pesa horrores. Mas é essencial aprender direito sua profissão. Crescer como pessoa. Obter conhecimento.

Veja os 3 erros fatais que nenhum universitário deve cometer:

  • Dar mais valor aos boletos pagos do que ao conhecimento. Você valoriza boletos a menos no orçamento? Ou valoriza o conhecimento, a experiência, os macetes e o network que tu fez (ou não) não facul?
  • Não ter um bom relacionamento com os professores. Faça network com eles! Afinal, seus professores serão colegas de profissão que podem te indicar pra jobs.
  • Não ter um bom relacionamento com os outros alunos da sala. Como já ouvi um professor dizer, “pelo menos adicione no Facebook”. Os motivos são simples e poderosos demais pra ignorar: seus colegas de classe podem ser os futuros visionários da área do seu curso. Vendo quem é bom, você pode recrutar talentos pra sua futura empresa, ou até ficar perplexo ao ver que o cara que vai te recrutar no emprego dos sonhos é o aluno que sentava do outro lado da classe e que tu não ia com a cara.

Claro que existem muitos outros erros, e eu nunca poderia falar de todos. Por isso, se quiser saber mais, veja esse site aqui.

Confere esse vídeo engraçadíssimo do canal 5 Alguma Coisa sobre os tipos de aluno na faculdade. Recomendo!

Vontade louca de…

… sair correndo por essa chuva, varando a noite, encurtando distâncias, tornando real o impossível…

O Lorde da Esperança (Richardes Lima Souza)

Texto enviado pelo meu novo amigo Richardes, que conheci em um sarau. As coisas que aparecem nessas linhas são estranhamente familiares… Se a vida imita a arte, a arte retrata a vida.

 

O Lorde da Esperança (The Lord of Hope)

Era estranho!

Fui convidado para um sarau, e como sempre gostei dessas coisas, eu fui. Cheguei lá, a anfitriã me recebeu e logo tomei meu lugar. Fiquei sabendo que haveria um lançamento dum livro, e eu falei comigo: tanto faz, tanto fez!

Ah… Mas eu não perdia por esperar. Logo começou o sarau e aquele tal livro começou a ser lido pelo próprio autor, um rapaz franzino, de modos tímidos e desajeitados.

Logo comecei a me interessar pelo livro; o autor lera uma crônica de estilo poético e gostei. Eu, que já havia perdido a vontade de escrever, tive esse desejo reacendido.

Sim, reacendido pelo livro do autor tímido e franzino.

E hoje tenho novamente minha sensibilidade, graças a um livro de um autor por enquanto desconhecido.

Richardes Lima Souza